Nada é tão ruim que não possa piorar…

Tá certo que eu bati o carro no domingo a noite.

Tá certo que eu provoquei um engavetamento, quase fui espancada por um velho louco(o do Meriva) que insistia em me acusar que eu o havia atropelado…Mas nada é tão ruim que não possa piorar, certo?

 

Tá, eu explico.

 

Domingo eu estava a caminho do cinema com meu amigo. Íamos ao Central PLaza lá na Av. do Estado, na Vila Prudente, em SP.

Tudo bem que minha mãe disse que era pra ir pro ABC Plaza, afinal era em Santo André mesmo, tava garoando-quase-chovendo e ainda assim eu teimei em ir pro Central.

Até aí beleza, certo?

Não satisfeita, resolvemos ir pelas Juntas Provisórias, afinal tinha pego o Dú em SBC…

Anchieta, Juntas, Av. do Estado e pronto. Simples, fácil, apesar de nunca ter feito aquele caminho sozinha anteriormente.

Faltando aproximadamente 1 km, no máx 2 km para chegar  ao shopping, no último cruzamento antes do viaduto que me deixaria na Av. do Estado, o farol abre, o Meriva cinza anda, o Fiat Uno branco também, e a Lannes com o Pálio cinza também.

O problema foi que o Meriva freiou, o Uno freiou e, a Lannes, com o Pálio, tentou freiar, mas pista molhada, chovendo, sabe como é…

Como demora pra bater quando você está num acidente, não?!

Nossa, eu me lembro que segurei o volante e esperei bater, ainda com um fiozinho de esperança de o carro parar milimetros antes do Uno.

Mas não, ele bateu mesmo. E empurrou o Uno no Meriva.

Uma das melhores sensações que já tive na vida. Aquele frio na barriga e aquela sensação de : heh, aprontei. =D

Uma sensação que foi logo substituída por uma outra sensação: de repulsa.

O senhor do Meriva me desce e começa a bater no capô do Pálio, dizendo pra eu descer, que eu não olhava por onde andava, juro que falou “tinha que ser mulher” (blé, VTC Velho FDP!!!)…

Eu dava seta pra encostar, tava na pista do meio(liberar o trânsito, né tio?!)

Mas ele dizia que eu estava fugindo, que não ia me safar, pq ele já tinha anotado a placa (sim, continuava batendo no capô do carro).

Eu tentando dizer que queria encostar, acelerei, e ele gritou:

“Você vai me atropelaaar garota!!! Sua idiota!! Acorda!! Aiai meu pé, ela me atropelou! Aiaiaiaiai” (pior que criança mimada!!)

Foi então, que achando que não pudia piorar, surge um ser de cabelos armados muito estranho, gritando e batendo no vidro, obviamente fechado pq garoava forte, me acusando de estar atropelando o marido dela(óbvio, a esposa do cara).

Ao verificar os danos:

Palio = pára-choques arranhado e rachado bem pequeno. Naaaaada aconteceu no meu carro.

Uno = Tadinho do cara do Uno, juro que deu dó do carro dele.

Meriva = Porta-malas afundado.

Resumindo: acertamos tudo, meu seguro paga o estrago do Uno e do Meriva, só eu me ferrei pq a franquia do Pálio não atingiu o valor do pára-choques…

Vou ter que pagar com meu pobre e mísero dindin que nem me sobra no fim do mês.

Conclusão:  Zica de mãe pega.

 

Mas poderia ter sido pior. Fato.

 

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One Response to Nada é tão ruim que não possa piorar…

  1. Rodrigo disse:

    Ah, foi divertido. Eu diria…
    Meu Deus, hoje é quinta!

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